35+1
Hoje é a minha vez:
Parabéns a mim !
Hoje é a minha vez:
Parabéns a mim !
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María
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1.10.11
9
miminhos
Marcadores: Angústias de Mãe, Mãe
A Mariana tem dias que acha que tem de mostrar a sua vocalização a todo o mundo. Hoje é um desses dias. Grita, grita, dá gritinhos e mais gritinhos. Há algum tempo que não tinha um dia assim.
Tudo estaria bem não fosse eu estar com uma brutal dor de cabeça desde 6ª feira.....hoje é também dia de não dormir. Bebé não dorme e grita. A Mãe tem dor de cabeça.
A semana não está a começar da melhor forma...
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María
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16.5.11
3
miminhos
E hoje quem sopra as velas sou eu, já cá cantam 35 anos e 3 filhos.
O que mais posso pedir?
Estou feliz :)
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María
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1.10.10
26
miminhos
Marcadores: Aniversário, Mãe
Posso resumir a consulta nestas palavras da médica enquanto me fazia a eco:
"Está excelente. Já pode ter outro!"
Está louca, só pode! lol
Está tudo bem comigo aqui nas partes baixas e útero. Mamocas óptimas, ela ainda levou com um esguicho de leitinho! lol
A balança marcou 54,5 kg, a minha cá de casa a semana passada marcava 56 kg.
Estes últimos quilos e a barriga já se sabe que são os mais dificeis de abater e eu não sei, nem consigo fazer dietas. Sou gulosa demais para isso e não me privo de chocolates e bolachas nem batatas fritas!
Pensei melhor na ida com os dois por causa do tempo de espera e levei a minha irmã de atrelado! E ainda bem, porque estive mais de 1 hora à espera! O Tomás mamou e adormeceu e o David andou na rua com a Tia a correr atrás de pombos. Volta e meia aparecia no consultório e punha tudo a olhar para ele. Além de não se calar com perguntas, fala muito alto e decidiu fazer muitas perguntas embaraçosas, do género:
"A médica vai auscultar a tua barriga? E as costas? E vais-te deitar numa cama? E vai ver mais o quê?" E por aí fora...
Depois embirrou que queria entrar comigo! Não deixei, além de ser apertado não acho bem ele estar a ver-me ali de perna aberta e ela a examinar, não é? Convenci-o a ir com a Tia pôr mais moedas no parquímetro! lol
Quem fez birra foi o Tomás, que a meio do exame decidiu abrir a goela! Eu sabia bem o que era, um arrotito por saír. A Médica tirou-o do ovinho e ele arrotou. Mas já não se calou mais, devia estar mal disposto porque fome não era. Só acalmou quando entrámos no elevador para saír e veio a dormir para casa.
E pronto, já está!
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María
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27.8.08
13
miminhos
Marcadores: Consulta Ginecologista, Mãe
A dupla maternidade em nada me trouxe a tal flexibilidade ou tolerância quando querem pegar no mais novo ao colo ou acalmá-lo quando está rabugento. Também em nada trouxe tolerância quanto ao quererem ficar com o mais velho!
Ser Mãe de 2 fez-me simplesmente ser Galinha a duplicar! Não devo ser normal, já que toda a gente me disse que me ia deixar desta Galinhice mal nascesse o Picatchú! Wrong!
Dou por mim a querer-me desdobrar em duas para poder acudir aos dois. Mas não dá....
Sabem como se é com o 1º, em que quase não arredamos de ao pé deles, não largamos a alcofa e mesmo que nos afastemos, temos sempre um olho nela? Pois eu era assim com o Peste e estou IGUAL com o Pestinha!
Não tenho cura, portanto!
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María
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20.8.08
11
miminhos
Marcadores: Da minha maneira de ser Mãe, Mãe, Ser Mãe de 2
E aconteceram ontem...........
A 1ª é que o Pestinha tem voz!!!!!! Não aquela que chora ou resmunga, mas aquela que palra e faz:
"aaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhh!"
É digno de registo e tenho a dizer que tem uma voz belíssima!
A 2ª tem a ver comigo e com algo que fiz ontem ao jantar que não fazia há 14 anos:
comi meia salsicha fresca.
Porquê digno de registo? Porque quem me conhece sabe que desde os meus 18 aninhos (e sim já lá vão 14 anos, quase 15) que não como carne de espécie alguma. Porquê ontem? Não sei, talvez pelo mesmo motivo que a deixei de comer, talvez porque estou a amamentar e não quero que falte nada ao Pestinha, ou talvez porque já não me mete nojo, ou talvez porque quisesse experimentar outra vez. Porque sim, pronto!
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María
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8.8.08
22
miminhos
Marcadores: Mãe, O dia em que voltei a comer carne, Pestinha
Eu cá estou, completamente apaixonada e embevecida pelos meus Homens todos!
Na segunda-feira à tarde, ao fim de 1 semana, algo milagroso aconteceu (deve ter caído o marrafado do ponto que me chateava) e eu fiquei bem de um momento para o outro!
Que bom sentar-me direita, andar como deve ser. Foi mais rápida esta recuperação do que da 1ª vez. Aí foram sensivelmente 10 dias.
Ontem, como o Peste acordou bem disposto e sem febre, fui levá-lo à escola sózinha. Correu mais ou menos bem, não chorou porque a educadora pediu-lhe ajuda e ele disse que sim e eu aproveitei e pisguei-me!
Tenho ido a pé ao café com o Pestinha na alcofita e tem-me sabido tão bem.......................são minutos revigorantes!
Já o fomos registar, já é cidadão e por pouco não ficava com o mesmo nome do irmão, já que o Pai prontamente diz o nome do irmão quando pediram o nome! lol
Quase, quase que não tenho barriga, está assim uma coisita mini, que há-de desaparecer com o tempo e alguns abdominais. Já agora, quando posso começar a fazer abdominais?
Os meus corsários não me servem, só as saias. Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr! Quem manda vestir o 34? Agora enquanto a estrutura óssea não for ao lugar, não entram! E também quem manda engordar 15kg na gravidez? Agora, aguente-se! Daaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhh
Ah, e o peito? Não tenho quase tops que me sirvam! Ainda por cima, toda contente, lembrei-me de umas blusas de alças que tenho, que seriam perfeitas estando a amamentar e claro que os botões não fecham! Baaaaaahhhhhh O meu peito ficou bem mais pequeno depois de ter amamentado o Peste e agora, claro que está maior........
Estou a descobrir que a minha mama direita é tipo relógio, passado 2h30/3h da última mamada, começa a pingar leite :p E sinto que tenho muito mais leite nesta mama que na esquerda!
Anteontem tive a primeira prova de gestão de cuidar de dois nesta nova fase da minha Maternidade. O Peste adoentado só me queria a mim e eu dei-lhe o meu tempo todo e todos os mimos que precisava. O Pestinha mamou e dormiu o resto do tempo, o que foi estupendo porque pude dedicar-me exclusivamente ao mais velho.
Durante a noite houve uma altura em que estavam os dois acordados, eu com o Peste e o Pai com o Pestinha e noutra altura foi ao contrário. Correu bem mas se assim não fosse, não sei como iria gerir os pedidos de ambos.....É que o Pestinha, o Pai não pode consolar...
Ainda me deito praticamente com o Pestinha. O Peste adormece e depois vou para a cama com o Pestinha dar a última mamada e ver um pouco de tv e acabo por adormecer.
Posso dizer que ao fim de 8 dias fiquei nova e cheia de vontade de andar a passear, sim que eu não sou de ficar enfiada em casa, já me bastou o tempo da gravidez! Vou começar a ir para os parques com o Peste como é habitual, quero ver se vou andar para o paredão, enfim, aproveitar o bom tempo que não sabemos quanto tempo vai durar....
P.S - Ficou mesmo Pestinha, não me ocorre nada melhor, quer dizer, trato-o por imensos nomes, mas para aqui fica Pestinha....a Pediatra diz que ele parece um frango! lol
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María
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25.7.08
26
miminhos
Marcadores: Mãe, Pensamentos meus
Tenho de confessar uma coisa. Preciso de desabafar este sentimento tão ambíguo e esquisito e pode ser que ao colocá-lo por palavras eu consiga me entender (sim, sim, vai sonhando)!
Na 5ª feira quando a médica me mandou ir à maternidade, desatei a chorar. Só pensava no Peste, que aquela era uma hora que não dava jeito nenhum. Pensei em não ir, mas já tinha ligado ao Maridão e tudo e também porque não estava tranquila, precisava saber se estava tudo bem com o Pilonquê.
Mas o meu pensamento foi imediatamente para ele, para o brilho dos meus olhos, para a minha razão de viver. Pensei logo que não o iria buscar à escola, não iria ao parque com ele como tinha prometido, não iria talvez jantar com ele e chorei, chorei, chorei de tanta saudade que já sentia e de não estar presente para ele.
Depois acalmei, parei de chorar, falei com a minha Mãe e irmã para o irem buscar e entretanto chega o Maridão para irmos.
Confesso que se é verdade que a nossa ansiedade ou pensamento ou vontades influenciam em algo o nascimento deles, então confesso que fiz muita força para ele não nascer.
Depois de saber que estava tudo bem só perguntava se já podia ir embora. Queria vir para casa.
Como é que me vou preparar para estes dias? Tive a prova na 5ª feira de que não estou preparada, sinto que não vou ter um parto tranquilo porque o meu pensamento estará com o Peste.
Por mais que esteja desejosa de conhecer o Piloncusa, estou menos desejosa de passar 2 noites sem o Peste. Tenho a certeza que vou chorar o tempo todo, tenho medo de não desfrutar do mais novo por estar triste por não estar com o mais velho................ainda vou a tempo de um parto em casa?
Como é que fazem as Mamãs que têm filhos e vão para a maternidade? Sou só eu que sou assim? Sou só eu que não sei estar sem o Peste, nem quero estar? Sou só eu que sinto que ele me vai fazer mais falta do que ele jamais alguma vez poderá imaginar? Sim, porque sei que eu sentirei mais a falta dele do que ele minha. Ele estará entretido com o Pai, com a Amma, o Afi e a Tia. Atenção não lhe faltará com certeza. Mas eu......
E se acontece ter de ir para a Maternidade a meio da noite? Como ficará ele quando acordar? Sou sempre eu que lá estou....quem tratará do pequeno-almoço? Farão as coisas como ele gosta, a quantidade suficiente para ele ir para a escola? Não me sinto bem em explicar à minha Mãe como fazer, acho que lhe estaria a passar um atestado de estupidez, mas também sei que ela não levaria a mal, ela sabe como me preocupo, mas também sei que se me ponho a falar disto as lágrimas vão rolar...
O ideal era eu ir para a Maternidade de manhã depois de o deixar na escola, pois seria, mas será que é isso que o Pilonquê tem planeado? Pois não sei.....já me perguntaram porque é que não marco o parto, seria mais fácil. Pois, até podia ser, mas o T. nascerá quando se sentir preparado para o mundo exterior, não me cabe a mim essa decisão. Que acabaria com o meu tormento acabaria, podia preparar o Peste, tentar mentalizar-me a mim, escolhia o dia que desse jeito e tal, mas estaria a ser justa para o T. obrigando-o a saír do meu ventre quando ainda não está preparado? Não.
Não sei lidar com este sentimento de impotência, de não poder evitar esta separação que é inevitável. Sei que estarei sempre a pensar nele, digam o que disserem, sei que o meu pensamento estará em casa ou na escola a imaginar o que ele estará a fazer e jorrarão lágrimas de saudade, porque eu sou assim.
Sei que já escrevi sobre esta amargura e ela até estava um pouco "adormecida", mas na 5ª feira voltou e não consigo parar de me sentir nervosa, triste, impotente e saudosa.
Pelo menos sei que continuo a não estar preparada, tenho de tentar mentalizar-me, só não sei como.
E a festa? Vai-se-me partir o coração se não vir a actuação do meu Ecoponto Amarelo...........seria a 1ª vez que faltaria e ele? Que sentirá ele ao não me ver na plateia? Até pensei, no caso de estar na maternidade, dele não participar na festa, mas está tão entusiasmado em ser o Plasticão. Como lhe explicar que não posso ir porque tenho de estar com o mano?
Por favor, Tomás, não decidas nascer dia 9 ou 10......dia 11 pode ser, mas depois das 17h30.........
Sei que penso demasiado, sou assim, mas todas as hipóteses me passam pela mente.
Bem me dizem que vou estar tão ocupada com o mais novo que o tempo vai passar muito depressa. A mim isto não me convence nada, são palmadinhas nas costas, porque eu não acredito que algo alguma vez me poderá manter tão ocupada que não pense no meu filho. Não quero com isto dizer que estarei a pensar mais no Peste e menos no Piloncusa, mas é diferente, porque um está comigo e o outro não e é inevitavelmente do que não está que eu terei saudades.
Também já me disseram que nesses dias o T. terá mais da minha atenção do que quando voltar para casa. Também não me convence. Porquê? Na maternidade ele terá o mesmo tempo de atenção que em casa. Ou seja, de manhã e tarde tem-me só para ele. A partir das 16h reparte-me com o mano portanto não vejo diferença. Só se for pela hora de jantar porque aí o Peste irá para casa com o Pai.
Não sei mesmo como lidar com isto e assusta-me, estou petrificada porque a qualquer momento o T. pode decidir nascer.......
Peste, Pestinca, meu Amor, eu amo-te tanto tanto tanto e vou ter tantas, mas tantas saudades tuas e dos teus mimos, das nossas conversas no trajecto escola-casa, antes de dormir, da flor que quase todos os dias colhes do jardim por tua iniciativa e me vens dar com o teu sorriso mimoso e tenro.....Meu Amor, diz à Mommy como vou passar este tempo sem estar perto ti?
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María
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5.7.08
26
miminhos
Marcadores: Gravidez Pestinha Bébé, Mãe, Pensamentos meus
Regras e rotinas!
Hoje não ia escrever, não tenho nada para dizer, mas como não há post já se pergunta se o Pilonquê já nasceu e como acabei de ter um telefonema que me irritou, vou escrever irritada sobre o assunto que me irritou e quem me irritou foi o Pai aqui de casa (não tem direito a ser Maridão neste momento!).
Eu gosto de rotinas e acho que as regras fazem parte de uma boa educação. Mas não sou de extremos. Há rotinas que acho essenciais, como a sesta, deitar cedo à noite, outras que não acho tão essenciais. Ao fim-de-semana e de férias então, gosto que os dias sejam diferentes, não é preciso ser sempre, mas com o Verão e os dias mais compridos não me importo e até gosto de fugir a certos horários que tentamos cumprir durante a semana.
Durante a semana os horários são sempre mais ou menos iguais, para acordar, comer, banho e dormir. Ao fim-de-semana gostava (sim porque é raro acontecer) de acordar mais tarde, gosto de levar as coisas na calma, ter tempo para acordar em casa, deucement........o Peste também gosta.......mas o Pai chega a uma hora stressa toda a gente porque quer saír de casa para ir ao café! Pronto, tudo bem, em dias de bom tempo também gosto de saír cedo para aproveitar a manhã, mas a chover, qual a necessidade?
Não me importo se almoçamos mais tarde ou jantamos mais tarde. Importo-me que o Peste durma a sua sesta, isso sim, porque sei que ainda lhe faz muita falta porque se não ao jantar está quase a dormir sobre a mesa.
Amanhã chega um casal de amigos dos meus Pais, amigos de há mais de 40 anos. Vem também o filho deles com a mulher a e filha de 4 anos (quase 5). O avião aterra às 12h05. Vão os meus pais e irmã buscá-los porque têm de ir 2 carros e nós ficamos aqui para ir adiantando o almoço, que vão ser sardinhas que eu ADORO e o Peste também! Saír do aeroporto e não saír já será 13h e chegar a casa não chegar é 13h30, se não houver atrasos. Tudo bem, qual é o problema? Mas para o Pai daqui de casa, do outro lado da linha telefónica começou logo com bocas tipo e vou almoçar lá para as 14h, não? Que coisa, qual é o problema, toma 2 pequenos-almoços ou então sê bicho do mato e come antes de toda a gente! (esta não lhe disse ao telefone, mas digo agora!).
Já no outro dia tinha-lhe dito para este fim-de-semana não começar a stressar com horários e afins porque vamos estar aqui descontraídos e se o Peste estiver entretido com a menina e não fizer sesta não é o fim do mundo (se bem que isto eu privilegio, mas se almoçarmos mais tarde e ele estiver a brincar, não o vou deitar, logo se vê) mas ele começou logo com aquela cara que eu bem conheço!
E depois admira-se que o miúdo seja tão picuínhas, regrado e rotineiro! Tem a quem saír, bolas, e nesta não é a mim! Humpf!
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María
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27.6.08
21
miminhos
Marcadores: Mãe, Pai, Regras e Rotinas
A neura de ontem!
Ao escrever o post e ler os vossos comentários, pus-me a pensar como foi quando estava grávida do Peste.
O 1º CTG fiz com 38 semanas, não acusou uma única contracção e de acordo com o toque o colo ainda estava fechado, mas o bébé descido.
Andei muito, à noite depois do jantar dávamos sempre uma voltinha pelo bairro ou vínhamos até casa dos meus pais. Ele nasceu uma semana e pouco depois.
Desta vez tenho um CTG às 37 semanas que acusa muitas contracções e tenho o colo fechado. Bom, acho que está mais adiantado do que da 1ª já que já tenho contracções, mesmo estando o colo fechado, com o Peste foi uma semana depois.
Com os sintomas que tenho achava que não passava de Junho, mas não queria, porque eu gostava mesmo era que ele nascesse entre as 38 e as 39, pelas mais variadas razões. Não é que eu tenha algo a ver com isso, ele é que decide, mas as limitações já me irritam!
Ontem até a correr a jogar à bola me pus, a sério, se vissem as gargalhadas do Peste e o ar de feliz dele enquanto nos fintávamos......que saudades! Como sei que o Tomás está preparado para nascer já não vou estar com cuidados e repousos.
Eu continuo na minha, dentro de uma semana ele nasce. Eu não acredito que vou fazer o CTG dia 9, não sei, posso ter falhado o feeling do mês de Junho (e ainda bem porque as 38 só faço dia 2/7) mas acho que este feeling não falha. Estou convencida que para a semana vou conhecer o meu filho, não me vou mentalizar para isso porque pode não acontecer, mas é uma coisa que eu acho.
Ontem quando falava em dar uma ajudinha, era eu que dava a ajudinha com caminhadas, não falava em parto induzido. Se quisesse isso ontem já o podia ter marcado, mas eu acho que as coisas têm que se desenrolar o mais natural possível (quando pode ser é claro) mas se eu, a Mãe, poder dar uma ajudinha ao bébé fazendo algumas coisitas, farei. É como se tivesse no dia do parto, quanto mais andar para ajudar à dilatação melhor (no caso de não rebentar as águas é claro) por isso não vejo mal em começar a preparar-me a mim e a ele para nascer.
A médica...........pois com a sorte que tenho, de certeza que há-de calhar naquela altura, se bem que acho que não....não sei...a ver vamos, nem vou indagar mais!
Vou ali à praia e depois ao shopping comprar um miminho para uma menina islandesa de 4 anos (que vive em Barcelona) e que nos vem visitar este fim-de-semana. O objectivo é encontrar a coisa mais cor-de-rosa que exista e de preferência da Hello Kitty! O Peste vai estar bem entretido vai :)
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María
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26.6.08
24
miminhos
Marcadores: Gravidez Pestinha Bébé, Mãe, Pensamentos meus

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María
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15.6.08
18
miminhos
Marcadores: Gravidez Peste, Gravidez Pestinha Bébé, Mãe
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María
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6.6.08
17
miminhos
Marcadores: Mãe, Pensamentos meus

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María
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14.4.08
29
miminhos
Marcadores: Gravidez Pestinha Bébé, Mãe, Noites desesperantes, Pensamentos meus
A neura vai passando, a angústia amenizando. Li, reli, li e reli os comentários todos para ver se assentavam e se fixavam aqui nestes neurónios bem complicados.
Do fundo do coração agradeço todas as vossas palavras, umas reconfortaram, outras assustaram (pela positiva) outras fizeram-me ver que tenho de encarar a realidade tal qual ela é e vai ser: vou mesmo ter de ficar aqueles dias e noites sem ele e ele sem mim. Ficará o Pai a fazer de Pai e um pouco de Mãe como ele diz!
Introspecção feita, este sentimento advém muito da minha própria insegurança, do ter de sentir que lhe faço falta, do ter de sentir que ele precisa de mim. É esta a verdade também. A outra é mesmo que eu não sei estar sem ele um dia inteiro, nunca estive. Sei que posso falar com ele pelo telemóvel (se lhe apetecer pois nem sempre quer) mas sei que após a chamada vou jorrar lágrimas feita maria madalena. Porque sou assim. Sei que sou, não o escondo e não vou dizer que não sou sensível e muitas vezes fraca, porque o sou.
Houve uma amiga que me deixou a pensar e fez-me ver um lado que eu nem sequer tinha pensado de tão absorta que estava na minha angústia (e estou). Escreveu ela, e ainda bem, que os dias que eu estarei na maternidade com o bébé serão os únicos dias que o bébé me terá em exclusivo. Faz pensar, não faz? Li as palavras e comecei a pensar, realmente, é verdade porque a partir do momento que venho para casa o David terá a primazia da minha atenção. Pelo menos tentarei que assim seja, não quero que ele sofra de alguma forma com a chegada do mano, mas claro que tudo dependerá do tempo que o bébé dormirá e quantas vezes mamará, se for como o David, passará o dia a comer e sem dormir nada. Bom, quanto a isto logo se vê, não me assusta, estou com ambos.
O importante é que estou um pouco mais serena quanto a esta questão, vocês são todas fantásticas e com conselhos e palavras quase, quase "mágicas" e no conjunto de todas as opiniões e carinhos consegui, pelo menos tentar, mentalizar-me para a realidade, sim porque agradeço do fundo do coração as Mães de 2ª viagem que foram Honestas e expressaram a verdade nua e crua.
Todas vocês foram importantes para mim ontem e hoje, dias de introspecção, e sê-lo-ão sempre. Tão importante é a Blogosfera, tão importante é este carinho, esta variedade de maneiras de pensar e conselhos diversificados, tão importante é esta Blogamizade que sinto que tenho de vocês!
Claro que o Maridão foi uma fonte de tranquilidade e amor e não quero que penses que não confio em ti para tratar do Peste, sabes bem que sim, mas tu entendes-me, conheces-me...Amo-te!
O parto em si ainda não decidi, ando a "estudar". Tive uma conversa fantástica no msn anteontem com a Cristina e ela foi simplesmente espectacular, enviou-me imensos links sobre a humanização do parto. Muito obrigado Cristina!
Em casa, provavelmente não terei, sei que terei o Marido enervadíssimo (por experiência do parto anterior em que só acalmou à porta do Hospital) acho que é violento para o David e tenho medo que algo aconteça, nunca se sabe.
Resta escolher a Maternidade, privado vs público, onde irão respeitar mais a minha vontade, o meu plano de parto. No HSFX com certeza que não....poderei optar pelo Garcia da Orta, hospital amigo dos bébés e já mais "amigo" das grávidas, hospital da minha médica, mas quem me garante que ela lá estará? Devo marcar o parto de modo a garantir ter tudo aquilo que não tive no parto do Peste? Devo atravessar a ponte?
Ainda não sei, estou a ler sobre a humanização do parto, estou-me a informar e estou-me a tentar "fortalecer" para me levarem a sério, como diz a Cristina. Quero saber responder, quero ter a resposta pronta e não gaguejar nem fraquejar. Vamos ver como correrá tudo.....o pior mesmo é o Garcia da Orta ser tão "longe"......
Obrigado a todas vocês que me encheram de palavras reconfortantes e carinhosas :) Estava mesmo a precisar!
E agora resta-me deixar um miminho para vocês:
Eu e o Pilonquê com 25 semanas feitinhas hoje :)
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María
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2.4.08
30
miminhos
Marcadores: Gravidez Pestinha Bébé, Mãe, Pensamentos meus
Cerca das 4 horas da madrugada....
Levanto-me e faço chichi.
Calço as meias ao Peste que as tirou a dormir e tapo-o. Fico a admirá-lo por breves segundos.
Tenho tanto sono...vou-me deitar.
O marido levanta-se e vai fazer o chichi solidário. Não pode ver nada!
Deita-se. Eu ainda estou acordada. Ele adormece instantaneamente.
Eu não. Estou a conversar com o Piloncusa que decide que aquela é uma boa hora para acordar e fazer o seu treino matinal para o Benfica. Só ainda não sei se é para a equipa de futebol, se para a de boxe.
Começo nos meus devaneios. A mente não pára. Tento mentalizar-me que preciso de dormir, não são horas para pensar. Mas a cabeça não me ouve.
Chego à conclusão que sou pior que Mãe-galinha (porque se diz Mãe-galinha?) sou pior que Mãe-ganso, sou algo que se assemelha à Mãe-polvo, que enquanto os filhotes não nascem não os abandona nem sequer para comer com medo que alguém os ataque. Infelizmente pouco depois das crias nascerem, e aqui reside a diferença, ela morre de fome e fraqueza...
Estou em pânico com os dias que vou estar na maternidade. Não é com o parto. É mesmo com os dias que vou estar ausente do Peste. Não vivo sem ele, não concebo a ideia de não lhe dar 1001 beijos de boa-noite e aquele último antes de eu me deitar, em que o beijo suavemente na face enquanto lhe suspiro que o amo muito e faço uma festa pelos seus cabelos doirados...
Chorei àquela hora de madrugada porque não sei como vai ser....será descabido um parto em casa? Talvez não, há quem o faça, mas eu tenho medo....e se acontece algo?
À medida que as semanas passam a ida para a maternidade aproxima-se e atormenta-me a cabeça. São só dois dias.......mas podem ser 3 noites....e se for cesariana? Serão 3 dias de certeza e poderão ser 4 noites...
O problema é que para mim, não são SÓ 2 dias, 2 dias são MUITOS dias, para mim, que nunca passou 1 dia inteiro longe do meu menino, nem sei o que isso é e não queria nada saber e nem sei sequer como o vou suportar...
Bem sei que o motivo da ausência me vai trazer uma felicidade incomparável, um novo filho, um irmão para o Peste, mas não consigo abster-me da ideia da separação do meu mais-que-tudo.......
E não, não me digam que ele fica bem, que será bem tratado, estará com o Pai e com os meus Pais e irmã....não, não me digam isso, porque ninguém trata dele com eu, a Mãe, ninguém o conhece como eu conheço, ninguém prevê aquelas mudanças bruscas de feitio como eu prevejo.....e se ele se magoa? Quem vai dar o beijo milagroso que faz passar tudo? Esse beijo é MEU, é só a mim que ele pede.....sei que lhe vou fazer falta e isso despedaça-me o coração....
Como se sentiram e sentem as mães de segunda viagem? Alguém me pode reconfortar? Será possível alguma combinação mágica de palavras que atenue esta aflição?
Publicada por
María
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31.3.08
51
miminhos
Marcadores: Gravidez Pestinha Bébé, Mãe, Pensamentos meus
Sinto-me no dever de te avisar mana, que a nossa Mãe não fala normalmente!
Como se já não bastasse falar 2 línguas, ela inventa terminações para as palavras mais comuns, principalmente sobre o corpo e dá-nos com cada alcunha...............
E depois admira-se que eu também fale assim e as pessoas se riam :)
Exemplos:
Pernas - pernoquetas (nunca ela chamou pernas às minhas pernas)
Pés - pézucos, cholecas, cholenquesas, cholenquetas, cholencusas ( e depois vai passar a vida a moridscar e beijar os teus pés tal como me faz a mim desde que nasci! Acho é descaramento quando ela lhes chama cholecas depois de eu tomar banho! Riposto sempre!)
Rabo - rabiolesa (...?)
Se dou um Pum - chama-me Prumpolesa (prumpa, quer dizer dar um pum, em islandês)
Chichi- chichonca!
Pilinha - pilonca (nunca soube o que era pilinha e é assim que lhe chamo também!)
Umbigo - bigas!
Preguiça - preguicite!
(há mais de certeza, mas por enquanto é destas que me lembro)
As minhas alcunhas (ela só me chama David quando me chama à atenção, faz o mesmo efeito de chamar pelo nome e 2º nome):
Dai - sou tratado assim pelos nossos Pais e pela Tia. Fui eu que "fiz" este nome nas minhas primeiras tentativas de dizer David;
Peste - quando os nossos pais falam de mim entre eles;
Knúsa - desde bebezuco (esta também é da Mãe) que ela me chama assim, a Amma também o faz;
Kúya - mais invenções da Mãe;
Pestinca, Pestincolesa, Pestincusa - já viste as coisas que ela me chama????? D-A-V-I-D é tão simples....
Mana, é esta a Mãe que te espera, mas sabes ela é assim um pouco doida, mas é porque nos AMA LOUCAMENTE, depois vais ver a cara dela quando diz estas tontices e vais ver que vais AMÁ-LA tanto quanto eu!
Nota 1 - o Pai teve febre durante a noite, sente-se melhor, mas ficou em casa
Nota 2 - já vou no 4º dia de pé dorido, hoje estou pior, não vou tomar nada mas larguei o orgulho e vou ao hospital :(
Nota 3 - Nucha, só vi o teu mail agorade manhã, o nº está registado e logo já te ensino, ok? Bjnhos
Publicada por
María
à(s)
4.3.08
16
miminhos
Nem sempre!
Hoje li um artigo na P&F no qual me revi e com certeza grande parte dos portugueses também.
Fiquei transtornada, irritada e frustrada pela veracidade daquelas palavras que tinha acabado de ler e que ecoavam no meu pensamento.
A questão fulcral é que os portugueses têm os filhos que podem ter e não aqueles que querem ter. Numericamente falando, claro! E é verdade e remato esta questão só com 1, apenas 1 factor decisivo: a falta de creches de rede pública ou IPSS e o subsequente valor das mensalidades dos infantários privados. Só por aqui pesam as decisões de todos os casais de classe média.
Sempre me vi no papel de Mãe. Nunca me vi noutro papel. Desde criança que dizia que a minha profissão em adulta seria ser Mãe. Mãe de muitos filhos.
Sempre quis ser Mãe relativamente cedo, queria o meu primeiro filho aos 26. Foi 2 anos mais tarde. A diferença de idades entre os filhos nunca foi muito determinante para mim, só não queria que tivessem uma diferença superior a 4 anos. Confesso que depois de ter o David e dele entrar na escolinha comecei sinceramente a ponderar se poderia ter mais filhos, financeiramente falando. São tantas despesas, pediatra, vacinas, fraldas, escola, roupa, enfim, despesas normais que toda a família com filhos tem.
Mas obstante esse obstáculo, decidimos embarcar na aventura. Será um ano com 2 mensalidades para pagar, isto se o David entrar para a primária no ano em que fizer os 6 anos (29/09/2010).
O Governo critica os casais por não terem filhos e/ou por os terem cada vez mais tarde. Promete o famoso abono pré-natal! Que são estes meros incentivos comparados à discriminação que a mulher sofre no emprego por engravidar ou por faltar porque o filho está doente? Porque não criam mais infantários de rede pública? Não sei os valores das mensalidades pelo país fora, mas por aqui um colégio particular ronda os 400 euros (há mais caros, bem mais caros). Com 2 filhos, significa 800 euros por mês, com 3 filhos, 1200 euros. Quem da classe média consegue pagar estes valores?
A continuar assim penso que este país está condenado ao envelhecimento. Ainda no outro dia vi uma notícia que dizia que quem mais contribui para a natalidade em Portugal são na grande maioria os emigrantes.
Segundo as estatísticas em média o casal português tinha em 2006, 1,36 filhos. Já não vou fazer parte desta estatística, pois o segundo vem a caminho. Recebo o abono pré-natal, nenhuma fortuna, mas nada que me incentivasse a engravidar novamente.
Em tempos queria 6 filhos (sempre foi o meu sonho) reduzi para 5, depois para 4 e agora o desejo recai em ter 3 filhos.
Eu quero engravidar novamente.
Será que vou poder?
Publicada por
María
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28.2.08
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miminhos
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não foi dos melhores....
Após o almoço em casa dos meus pais, durante o qual estive literalmente a dormir sentada, decidi deitar-me com o Peste e fazer uma sesta com ele. Só que não aguentei esperar por ele e enquanto ele ainda comia a fruta, fui-me logo deitar e adormeci.
Quando acordámos, 2h30m depois, senti-me um pouco mal, mas nada que um lanche não resolvesse. Brincámos e ao fim de tarde comecei a ficar mal disposta. Não pensei muito sobre isso pois nesta gravidez quando fico mal disposta é ao fim da tarde.
Jantámos e deitei-me no sofá cheia de sono. Comecei a ficar cada vez mais mal disposta, só me apetecia vomitar e como estava cheia de sono decidi ir para a cama. Deitei-me mas não conseguia adormecer por causa da má disposição.
O Peste adormeceu e eu nada....cada vez me sentia pior. Tentei vomitar diversas vezes mas não saía nada.....Bolas, porque é que me deitei logo a seguir ao almoço? Deve me ter caído mal.....
Por volta das 23h o marido faz-me um chá para eu beber e comecei a sentir-me um pouco melhor. Fui para a cama e em vez de me deitar, fiquei sentada. Cada vez me sentia melhor e acabei por adormecer sentada....depois o maridão lá me tirou as almofadas para eu me deitar, só que aí já eu tinha fome! Fui comer umas bolachas e quando adormeço, acorda o Peste......vai para a nossa cama e lá fica. É +/- 1h da manhã. Umas 2 horas depois, sinto-o a sentar-se e a mexer-se e vejo que ele está acordado no meio de nós, e sentado! Logo agora que eu já dormia.....
Acho que ainda adormeci e voltei a acordar e ele sempre acordado....abracei-o e encostei-o a mim e senti-o quente.....bolas, só me faltava esta....e senti que tinha muita fome outra vez LOL
Acordei o marido, medimos a temperatura, quase 38º, decidimos dar Ben-u-ron para não subir mais. Ele deu-lhe o Ben-u-ron e eu fui comer uma banana e mais umas bolachas.
Lá adormecemos os 3, e claro que eu e o Peste só acordámos já passava das 9h30 e ficámos em casa. O que vale é que já estavámos os 2 bem e eu não parei de comer o dia todo!
Aprendi a lição: não volto a deitar-me logo a seguir de uma refeição!
Hoje já ele foi à escolinha e eu vou tentar ir ao Colombo trocar umas coisitas na H&M que o marido me ofereceu no Natal e está grande! Ninguém lhe explicou que para as grávidas se compra o tamanho que elas usam sem estar grávidas e ele optou por imaginar a minha barriga já grande e comprou tamanhos maiores LOL
Publicada por
María
à(s)
3.1.08
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miminhos
Marcadores: Gravidez Pestinha Bébé, Mãe, Peste
Eu sei e tenho plena consciência de que canto mal. Sempre cantei mal, tenho uma voz horrorosa mesmo.
Desde pequena que adoro cantar. Lembro-me de cantar e dançar em frente à aparelhagem quando era miúda. Lembro-me de escrever as letras todas das músicas que mais gostava e cantá-las a olhar para a Lua que brilhava no céu. Lembro-me de desejar estar sentada na Lua e cantar para todo o mundo, queria espalhar a música, espalhar felicidade. Mas no meu sonho, eu cantava bem claro.
Não cantava à frente de ninguém, nunca cantei no karaoke, mentira, fui uma vez ou duas ao palco com várias amigas em grupo e com pena dos ouvintes, fiz playback! Ai Catarina, o que eu te invejava no 5ª Avenida....
Tenho consciência de que canto mal. Sei disso.
Tenho pena, muita pena, porque adoro cantar e se tivesse a voz com certeza faria tudo para fazer disso carreira. Quem me conhece ao ler isto é capaz de pensar, a María? Quis ser cantora? É verdade embora também não tenha jeito nenhum para dançar. Mesmo nenhum. Não tenho ritmo nenhum, mas isso aprendia-se. Adorava poder dar espectáculos, cantar para crianças, tipo Xuxa! Adorava ir ao karaoke e cantar para todos!
Mas se não acreditam em mim o Peste dir-vos-á:
Mãe, não cantes!
Criança não mente, nada há-de mais honesto do que as suas observações, verdade?
É que eu sou a única pessoa que ele não quer que cante! O Pai pode cantar (ainda por cima também canta mal que se farta, mas eu sou pior pelos vistos) a Tia, a Amma (canta imenso para ele) o Afi pode cantar e cantam os dois fado que é uma maravilha! Eu não posso e cada vez que começo:
Mãe, não cantes!
No carro ouvimos sempre um cd da Xuxa, ou outro dele, e o que eu gosto das músicas da Xuxa, opá, gosto pronto! E claro, no carro é quando também gosto muito de cantar e ele não me deixa! Todos os dias, várias vezes, tento e começo a cantar, até por distracção, já sei as letras e sai-me instintivamente e oiço logo:
Não cantes, Mãe!
Já percebi filho, mas podias deixar de vez em quando, por Amor à Mãe podias fingir que canto bem só de vez em quando que também não te quero massacrar ih ih ih ih
Criança não mente!
Publicada por
María
à(s)
8.11.07
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miminhos
Marcadores: Mãe, Pensamentos meus