Confissão de Mãe
Tenho de confessar uma coisa. Preciso de desabafar este sentimento tão ambíguo e esquisito e pode ser que ao colocá-lo por palavras eu consiga me entender (sim, sim, vai sonhando)!
Na 5ª feira quando a médica me mandou ir à maternidade, desatei a chorar. Só pensava no Peste, que aquela era uma hora que não dava jeito nenhum. Pensei em não ir, mas já tinha ligado ao Maridão e tudo e também porque não estava tranquila, precisava saber se estava tudo bem com o Pilonquê.
Mas o meu pensamento foi imediatamente para ele, para o brilho dos meus olhos, para a minha razão de viver. Pensei logo que não o iria buscar à escola, não iria ao parque com ele como tinha prometido, não iria talvez jantar com ele e chorei, chorei, chorei de tanta saudade que já sentia e de não estar presente para ele.
Depois acalmei, parei de chorar, falei com a minha Mãe e irmã para o irem buscar e entretanto chega o Maridão para irmos.
Confesso que se é verdade que a nossa ansiedade ou pensamento ou vontades influenciam em algo o nascimento deles, então confesso que fiz muita força para ele não nascer.
Depois de saber que estava tudo bem só perguntava se já podia ir embora. Queria vir para casa.
Como é que me vou preparar para estes dias? Tive a prova na 5ª feira de que não estou preparada, sinto que não vou ter um parto tranquilo porque o meu pensamento estará com o Peste.
Por mais que esteja desejosa de conhecer o Piloncusa, estou menos desejosa de passar 2 noites sem o Peste. Tenho a certeza que vou chorar o tempo todo, tenho medo de não desfrutar do mais novo por estar triste por não estar com o mais velho................ainda vou a tempo de um parto em casa?
Como é que fazem as Mamãs que têm filhos e vão para a maternidade? Sou só eu que sou assim? Sou só eu que não sei estar sem o Peste, nem quero estar? Sou só eu que sinto que ele me vai fazer mais falta do que ele jamais alguma vez poderá imaginar? Sim, porque sei que eu sentirei mais a falta dele do que ele minha. Ele estará entretido com o Pai, com a Amma, o Afi e a Tia. Atenção não lhe faltará com certeza. Mas eu......
E se acontece ter de ir para a Maternidade a meio da noite? Como ficará ele quando acordar? Sou sempre eu que lá estou....quem tratará do pequeno-almoço? Farão as coisas como ele gosta, a quantidade suficiente para ele ir para a escola? Não me sinto bem em explicar à minha Mãe como fazer, acho que lhe estaria a passar um atestado de estupidez, mas também sei que ela não levaria a mal, ela sabe como me preocupo, mas também sei que se me ponho a falar disto as lágrimas vão rolar...
O ideal era eu ir para a Maternidade de manhã depois de o deixar na escola, pois seria, mas será que é isso que o Pilonquê tem planeado? Pois não sei.....já me perguntaram porque é que não marco o parto, seria mais fácil. Pois, até podia ser, mas o T. nascerá quando se sentir preparado para o mundo exterior, não me cabe a mim essa decisão. Que acabaria com o meu tormento acabaria, podia preparar o Peste, tentar mentalizar-me a mim, escolhia o dia que desse jeito e tal, mas estaria a ser justa para o T. obrigando-o a saír do meu ventre quando ainda não está preparado? Não.
Não sei lidar com este sentimento de impotência, de não poder evitar esta separação que é inevitável. Sei que estarei sempre a pensar nele, digam o que disserem, sei que o meu pensamento estará em casa ou na escola a imaginar o que ele estará a fazer e jorrarão lágrimas de saudade, porque eu sou assim.
Sei que já escrevi sobre esta amargura e ela até estava um pouco "adormecida", mas na 5ª feira voltou e não consigo parar de me sentir nervosa, triste, impotente e saudosa.
Pelo menos sei que continuo a não estar preparada, tenho de tentar mentalizar-me, só não sei como.
E a festa? Vai-se-me partir o coração se não vir a actuação do meu Ecoponto Amarelo...........seria a 1ª vez que faltaria e ele? Que sentirá ele ao não me ver na plateia? Até pensei, no caso de estar na maternidade, dele não participar na festa, mas está tão entusiasmado em ser o Plasticão. Como lhe explicar que não posso ir porque tenho de estar com o mano?
Por favor, Tomás, não decidas nascer dia 9 ou 10......dia 11 pode ser, mas depois das 17h30.........
Sei que penso demasiado, sou assim, mas todas as hipóteses me passam pela mente.
Bem me dizem que vou estar tão ocupada com o mais novo que o tempo vai passar muito depressa. A mim isto não me convence nada, são palmadinhas nas costas, porque eu não acredito que algo alguma vez me poderá manter tão ocupada que não pense no meu filho. Não quero com isto dizer que estarei a pensar mais no Peste e menos no Piloncusa, mas é diferente, porque um está comigo e o outro não e é inevitavelmente do que não está que eu terei saudades.
Também já me disseram que nesses dias o T. terá mais da minha atenção do que quando voltar para casa. Também não me convence. Porquê? Na maternidade ele terá o mesmo tempo de atenção que em casa. Ou seja, de manhã e tarde tem-me só para ele. A partir das 16h reparte-me com o mano portanto não vejo diferença. Só se for pela hora de jantar porque aí o Peste irá para casa com o Pai.
Não sei mesmo como lidar com isto e assusta-me, estou petrificada porque a qualquer momento o T. pode decidir nascer.......
Peste, Pestinca, meu Amor, eu amo-te tanto tanto tanto e vou ter tantas, mas tantas saudades tuas e dos teus mimos, das nossas conversas no trajecto escola-casa, antes de dormir, da flor que quase todos os dias colhes do jardim por tua iniciativa e me vens dar com o teu sorriso mimoso e tenro.....Meu Amor, diz à Mommy como vou passar este tempo sem estar perto ti?







26 comentários:
Olá.
O conselho que posso dar é que pensar no assunto é pior do que o que se vai passar na realidade.
Tinha a minha filha um ano e meio (mais ou menos), estive internada 10 dias com uma pneumonia. Sou super neurótica com ela, com a casa, com a roupa, acho sempre que só eu é que faço as coisas bem e nesses dias tive de aguentar, porque o médico disse que se fosse para casa contra as ordens dele, podia por a minha vida em risco...
E as primeiras horas custaram muito, e os primeiros dias mais que os últimos, porque acabamos por nos conformar.
Por duas vezes o pai trouxe-a à visita e por sorte tinhamos um portátil que ficava comigo e que usava para vê-la todos os dias no MSN... E os 10 dias passaram e tudo voltou ao normal... :)
Dois dias passam depressa e para além disso há sempre o bébe que precisa de 1000 cuidados e que por mais que agora nos seja difícil imaginar, nos vai ocupar a cabeça e o coração. Para os irmãos são dias diferentes, em que ficam com outras pessoas e mudam as rotinas, e no fundo acho que até gostam!
O meu Lucas também está para nascer a qualquer momento e a Sara já sabe que vai para casa da tia e até já arranjou uma mochila com brinquedos e roupa... Não vou esquecer-me dela e de certeza que vou ter imensas saudades, mas vou tentar pensar no bebé (que também lha vai trazer felicidade a ela) e naquele momento que não se irá repetir...
Beijos e boa sorte!!
Cíntia
Minha kida
Apesar de nunca ter sentido o que sentes na 1º pessoa (infelizmente...) posso dizer que te compreendo um pouco, pois apesar de não ter mais filhos, sempre que diz um tratamento para ter mais um, pensei sempre que se resultasse, seria algo que ia abalar e mudar a vida o meu filho. Ele não quer manos. Não os pede e não os deseja. sente-se bem sozinho, gosta de ter as atenções todas para ele, e nada posso fazer para mudar isso.
Quando ficava na cama a descansar após os tratamentos, sentia sempre remorsos de não lhe dar colo, de não rebolar com ele no chão, de não brincar à apanhada...
Por isso, minha kida, esses sentimentos são perfeitamente normais, são sinal de que tu o amas muito, muito e que te preocupas com o seu bem estar. Mas acredita, vai correr tudo bem e vais ver que o teu T. vai nascer na altura certa.
Uma beijo amigo
Acho que estás a sofrer demasiado por antecipação.. Vais ver que tudo isso não vai passar de receios, e vais conseguir passar as duas noites feliz, sempre com os dois no pensamento..:)
um grande beijinho.
Tenta pensar nas partes positivas, vais ser duplamente mãe dentro de dias, vais oferecer ao peste o melhor do mundo, vais ter miminhos a dobrar de dois filhos, vais sentir uma alegria enorme ao apresentar o teu mais pequenino filho ao teu peste, vai ser tão bom receber as visitas do peste que concerteza trará para ti a flor todos os dias colhida só para ti com os olhinhos a brilhar, vais voltar para casa e ter tanto amor à tua espera... deixa para trás as saudades, as depedidas que tens muita gente que vai olhar muito bem pelo peste, e mesmo sabendo q as nossas mães sabem tudo, afinal olharam por nós e estamos aqui, existem coisas que só nós sabemos dos nossos filhos, partilha com ela esses segredos maravihosos e parte amiga para teres um filho de alma e coração abertos...
Opeste vai esperar por ti e pelo T. com a flor colhida desta vez para voçes dois!!!!!!!!
UM ENOOOORME BEIJO AMIGA E CORAGEM!!
nem imagino...
Mas de certeza que vais buscar forças àquele sítio que só as mães conhecem e que faz com que a Piu por ex, vá a correr rua acima sem sentir as costas que tanto a atormentam quando o T. quase partiu os dentes...
O meu conselho é que para ele seja uma aventura - tipo uma noite de homens, ou um acampamento, qq coisa diferente que o divirta!
... e claro... arranjar uma prendinha para o T. trazer da barriga da mãe! Caí sempre bem!
Beijos e força!
Maria hoje acho que te vi no jardim...a tua barriga é inconfundível..lol, estava no parque com a Bia...
Beijocas Grandes
Sabes que é isso mesmo que me tem bailado no pensamento deste o primeiro instante desta segunda gravidez... como vou passar duas noites sem a Daniela... Como vou passar 2 dias sem as suas rotinas...
Por um lado, queria que o parto fosse o mais rapidamente possível porque, apesar de adorar estar grávida, neste momento... confesso... já estou cansada da barriga.
Mas, arrepia-me pensar em ter um parto desencadeado no fim de semana, ou a meio da noite... A Daniela está tão habituada à minha presença nesse período... E eu à dela.
Por outro lado, cada vez mais queria um parto induzido, com data marcada para durante a semana, período durante o qual a Daniela está na escolinha... Assim, podia levá-la à escolinha de manhã, dar-lhe muitos beijinhos, "despedir-me dela ali"... E sei que ela estaria bem, com a sua rotina diária muito bem implementada. E que à tarde, o papá a ia buscar à escolinha, dava-lhe banho, dava-lhe o jantar, brincava um bocadinho com ela e depois adormecia-a.
Sentiria provavelmente menos a minha falta durante a semana do que ao fim de semana!
Na verdade, se calhar, somos nós que estamos a fazer um bicho de 7 cabeças em relação a este assunto, mas não consigo deixar de o fazer!
Maria, de pouco nos vale sofrer por antecipação. E acredita, eles ficam bem com os pais, com os avós...é tudo mais natural do que parece. beijo grande
Cláudia,
Estamos no mesmo "barco". Às vezes também penso que um parto induzido era mais fácil, mas depois penso no bébé e não acho bem....se bem que ninguém está imune a uma indução, não é? Se passar o tempo....
Temos de pensar que vamos sobreviver, mas vai ser tão dificil.............
Bjnhos
Tânia,
Obrigada!
Passaste por esta situação há nem um mês por isso já li as tuas palavras umas quantas vezes e voltarei a lê-las até que consigam convencer-me de que vai ser mais fácil do que eu antecipo....
Bjnhos grandes
Deixei-te um comentário no outro post sobre o assunto, tinha o mais novo dias de vida.
Mais uma vez te digo que tudo o que te possa dizer não vai acalmar a tua angustia.
Temos de passar por ela...
Não é facil... não é mesmo...
O parto do pequeno foi marcado, eu tinha data e hora para entar no hospital e sabia que em poucas horas o teria nos braços... Acordamos um pouco mais cedo nesse dia e deixomo-lo na tia para o ir por à escolinha e disse-lhe que o pai o ia buscar e depois que iam estar comigo e assim foi... Nesse dia estava tão drogada com a morfina que nem conseguia falar com ele, mas sei o que ele sentia... e doeu-me muito...
Hoje passados quatro meses ainda fico com um nó na garganta só de pensar nisso... mas tem de ser, temos de passar pelos dois dias, no meu caso três, de angustia para uma vida de alegrias...
Hoje voltaria a fazer igual...
ele ficou bem, o pai foi o heroi nesses dias, acalmou o comportamento mais rebelde dos últimos dias e hoje não vive sem o mano...
O pai ai de casa mostrou que dá conta do recado...
Respira fundo e conta até três... um dia de cada vez...
E já agora senhor Tomás... não seja do contra e deixe a mãe ir ver o maninho na festa de final de ano, está bem!
Um beijo grande e vais ver que tudo vai correr bem...
Acho que as mamãs mais experientes disseram tudo.
E o melhor será viver esta fase como um bonito puzzle a construir, sem o encarar como um quebra-cabeças. Uma das peças mais preciosas está por aparecer e quando isso acontecer uma linda imagem se vai compor:a de vcs os quatro!
bjinhos
maecris
Tenho pouco a acrescentar às mamãs com experiência no assunto. Mas posso-te dizer que esses teus pensamevtos são normais, pois ainda nem grávida do segundo estou (e nem sei quando vou estar), mas já me preocupo com essas coisas quando penso no assunto. A natureza sabe o que faz e vais ver que assim que vires o bebé, vais pensar no mano grande, mas também vais querer dedicar-te ao bebé recém-nascido. Beijinhos
Lurdes
Oh queriducha.... sei tão bem o q são esses sentimentos. São normais e compreensíveis.
Tenta não pensar nisso, mas quando pensares lembra-te q o M. e a tua mãe hão-de saber tratar de tudo e q 2 dias passam a voar!
Aproveita todos os bocadinnhos destes dias q faltam para estares com ele.
Porque não lhe deixas umas cartinhas escritas, com desenhos q ele goste muito, com fotos vossas e q ele possa ler qd acorda e ao ir para a cama???
bj grandes,
Rita
Como sabes já passei por isso...
E custou-me muito porque estive internada por 2 vezes antes do André nascer.
Ou seja... estava acamada... gravida... sem me mexer...
Consegues imaginar a angustia de estar tanto tempo a pensar no mais velho...
foi horrivel!
Quando foi para ter o André... claro que pensei no Diogo... mas não custou tanto como das outras vezes anteriores. Tu vais ver. Acredita. E quando ele vos for visitar e vires os teus dois bebés juntos:))))))))))
Que bom...
beijinhos e calminha ok?
sem querer estás a passar os teus nervos aos dois.
Maria, acho que fazes muito bem em ler e reler o comentário da Tânia. Ajudar-te-á com certeza a suportar essa tua ansiedade.
Infelizmente, eu "ainda" não posso ajudar!
Um gd bjinho.
Vais ver que na altura, com a emoção do teu filhote nos braços que vais conseguir gerir as emoções, ainda que com saudades...
Relaxa... O instinto de mãe vai voltar a funcionar e com o Peste bem entregue, vais estar mais calma!
Ó miúda, é tudo muito mais simples que isto... vai correr tudo bem! Tu vais estar focada no bébé que aí vem, a ajudá-lo a nascer, a dar-lhe as boas-vindas e a conhecerem-se; e o David vai estar muito bem! Vai estar com quem ama, vai ser super bem cuidado e também vai ter os seus momentos contigo. Lembras-te quando, no aniversário do Miguel, ele disse que estava com os amigos e deu a mão à Patrícia? É isso que eles fazem: adaptam-se! E o David também o sabe fazer muito bem.
Neste momento, o meu conselho é que ocupes o teu tempo a passar-lhe confiança, explicar-lhe tudo o que vai acontecer. Se ele souber de tudo, vai estar bastante seguro e os dias vão passar a voar.
Se te lembrares, depois do pequenito nascer, volta a ler este post... vais ver que vais concordar :)
Um grande beijinho
PS - amanhã, dia de neura, vou estar contactável :)
Há quase 4 meses passei pelo mesmo e posso dizer-te q o P se portou maravilhosamente bem com os avós e o pai. Ia visitar-me todos os dias, ajudou que tivessemos sempre um miminho para ele, mas ia embora a cantar e a pular.
Sempre feliz.
E olha q tb me fez umas birras grandes nos dias anteriores! :)
Se não queres programar o parto, mais vale não sofreres por antecipação. Mas se estás tão ansiosa, pensa nessa hipótese.
Aproveita esses dias para gozares o teu bébé. Acredita, vais sentir falta deles, apesar de tê-los aos dois ser mto bom, há momentos bem cansativos.
Garanto-te. Esses dias passam a correr. E correm bem.
Um beijinho para ti.
Amiga ainda nao sei o que sentes, mas acredito que seja uma situação dificil. A unica coisa que me ocorre é que os miudos são mais permiaveis do que o que nos pensamos. Vais ver que tudo corre bem. Uma horinha pekenina e o que te desejo para estares logo com os teus amores ao pe de ti.
Jokas
A Cíntia tem razão, sabes? Estás a antecipar e quando se antecipa, parece tudo pior. Quando estamos nessa fase, os conselhos não adiantam muito, porque a gente sofre na mesma. Imaginamos que somos as únicas mães a não conseguir estar sem os filhos, mas não é assim. Todas, todas passam pela mesma angústia, tal e qual. Mas, lá está, se todas conseguem, com mais ou menos lágrimas, porque não hás-de conseguir tu? Vais conseguir e não vai ser assim tão mau quanto julgas. Só dói os primeiros dias, mas não deixamos de nos entregar completamente aos mais novos, vais ver. E os mais velhor portam-se sempre muito melhor do que o que esperamos! É uma promessa. Luz
Oh Maria é lógico que tu nunca te vais esquecer do teu filho, eles vivem no nosso coração, são eles que alimentam a nossa alma!
Eu não te vou dizer que não vais sentir saudades do teu peste, porque seria mentir-te! É lógico que vais chorar de saudades, mas também não te podes esquecer, que tens o melhor motivo para estar ausente dele,esse motivo vive aí na tua barriga! Acredita que tudo vai correr bem e afinal o que são umas horas, para quem tem toda uma vida pela frente, já com dois filhos lindos para criar e amar!
Beijos e muita coragem
Minha querida
O teu filho vai ficar bem vais ver. Vai ser uma coisa de homens :)
2 homens em casa a fazerem coisas de homens hihi!
No entanto, se quiseres um parto domiciliar posso dar-te o contacto de parteiras credenciadas.
Um beijo
Olha eu que também já passei por isso, digo-te que vai tudo correr bem!
O meu ficou na escolinha e foi ver-nos à tarde. Eu pedi ao pai para ele ser a primeira visita - naõ autorizei visitas antes de ele chegar [nem à minha mãe :)].
É obvio que ele perguntou ao pai porque é que não íamos para casa, que queria que fossemos com eles.
E a mim soube-me bem conhecer a minha bebé, dar-lhe por pouco tempo a atenção que o irmão tinha tido nos quase quatro anos.
Ser mãe de dois (ou mais) é saber repartir, amando todos ao mesmo tempo e da mesma maneira. É só o início de uma nova caminhada!
Boa sorte minha querida e vais ver que tudo será muito natural.
Bjokinhas
Minha linda, o que eu sofri durante meses ao pensar nesta mesma questão: ficar sem o meu amorzito durante, pelo menos, 2 dias? Sem ele, que nunca tinha dormido fora de casa? Vai sentir a minha falta? Dormir em casa dos avós, se a irmã nascer de noite? E se for ao fim-de-semana? A irmã nasceu, no início da manhã (mas tive que ir pro hospital de noite, claro!), durante a semana. Ele dormiu a primeira noite em casa da avó paterna (não acordou, a não ser de manhã) e a coisa correu tão, mas tão bem, que eu fiquei 0'burra'. Porque realmente, eles, crianças, reagem muito melhor do que nós. Vai falando com ele, põe-no ao corrente de tudo, que vais ter que te ausentar por uns dias, não lhe escondas nada e vais ver que, no final, te vai surpreender pela positiva.
Beijos grandes!
Continuo a dizer que penso exactamente como tu minha querida, em vez de me preocupar com o parto só estou angustiada por deixar o meu Gonçalo, vê bem que ainda não consegui pô-lo no quarto dele, mas tem mesmo de ser e depressa LOL
Beijo enorme minha querida e nem imaginas como te compreendo...
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