sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Boas festas
A Família Pestileca deseja a todos os resistentes que ainda nos lêem, votos de um Santo Natal com muito amor, carinho, paz, saúde e harmonia.
O nosso Natal vai ser passado em família, com alguma tosse e ranhoca pelo meio, mas muito amor e alegria também!
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María
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23.12.10
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Eles
O mais novo, quando não anda com o aspirador pela casa, anda com a cadeira por todo o lado e se vê algo que não alcança, não hesita em pôr-se de pé nela para lá chegar, há-que dizer que é um bebé perigoso. (risos ou talvez não)
O mais velho atira o avião de papel que o Pai lhe fez para todo o lado. Às vezes vai parar a sítios em que se o quisesse mandar para lá de propósito não conseguiria. O que vale é que é de papel.
O mais novo vê o irmão e imita-o. Só que o avião de papel não lhe obedece tão bem como ao irmão e faz voos de curta distância, o que o aborreceu e rapidamente o avião passou a martelo que batia numa bola vezes sem conta. Pobre avião de papel e pobre Peste quando se apercebeu.
O mais velho está tão à frente e anda viciado (controlado pela Mãe Bruxa).
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María
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22.12.09
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
O nervoso miudinho
O Peste tem andado com a sensibilidade à flor da pele, não é que não seja normal nele, mas esta semana até ataques de fúria tem tido.
A razão? Eu, a Mãe má que quis fazer uma experiência e ver se de facto resulta a história do Pai Natal que traz prendas para meninos bem dispostos e que fazem algumas (não muitas) birras. Sim, que por aqui não peço bom-comportamento, peço pouca choradeira e poucas birras.
Então o que decidi fazer? Sempre de pé atrás, na 2ª ou 3ª feira cheguei a casa com um embrulho enorme, para o Cunquinha. Para também ver se este deixava as prendas em paz, decidi deixá-la ao pé da árvore. O Peste chega a casa e fica histérico com o enorme embrulho e pergunta para quem é. Digo que é para o mano, que foi o Pai Natal que me pediu para guardá-la já, porque ocupava muito espaço no seu trenó. Nem sei como é que daqui não advieram inúmeros comentários e perguntas, mas ainda bem LOL. Todos os dias me pergunta o que é e eu não lhe digo. Já agora aproveito para lhe ensinar que se guardamos segredo, é mesmo para guardar e não dizer a ninguém.
Ontem teve mais um ataque de fúria com o Pai e eu comecei a pensar que talvez fosse boa ideia colocar uma prenda para ele na árvore. Coitada da criança o que deve andar a sofrer LOL. Ontem à noite embrulhei uma e pu-la na árvore, rezando a todos os santinhos para que ele não acordasse de mau humor e que a manhã corresse mais ou menos bem. De facto não fez birras e até comentou: "Mãe, hoje nem chorei nem fiz uma birra, se calhar o Pai Natal vai pôr uma prenda para mim hoje.." Ela já lá estava, ele é que não a viu e na altura eu estava tão ocupada com o almoço dele que nem me lembrei disso. De qualquer forma a manhã acabou por nem correr bem à conta dele, mas enfim...O que vale é que hoje o Pai Natal vai à escola e ele vai receber uma prenda. LOL
E tudo isto me fez pensar que quando eu era criança ansiava saber se havia prendas para mim, o que eram e era tudo imensamente importante. Acho que me esqueci um pouco deste pormenor na minha ânsia desesperada por uns dias com poucas birras e poucos choros....
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María
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18.12.09
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Receita das Piparkökur!!!
Ingredientes:
500 gr de farinha
125 gr de açúcar
125 gr de margarina
250 gr de sýróp/syrup em inglês, xarope ou calda em português (ou seja não faço ideia de como chamam em português a esta coisa, mas vem numa lata verde e dourada "Lyles Golden Syrup) se não encontrarem, experimentem usar mel)
2/3 ovos
2 colheres de chá de Bicarbonato de Sódio
1 colher de chá de Gengibre moído
2/3 colheres de chá de Cravinho moído
2/3 colheres de chá de Canela moída
Juntar tudo e amassar bem até obter uma massa consistente.
Dar largas à imaginação no que diz respeito às formas e vai 10/15 minutos ao forno, ou até ficarem douradas.
Cobertura:
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María
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17.12.09
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Tradição
Na Islândia no mês de Dezembro as famílias reunem-se para fazer as "Piparkökur" (biscoitos de gengibre). Escolhem-se as formas, as cores a usar e dá-se largas à imaginação.
Cá em casa, todos os anos o fazemos também. O Peste gosta imenso de ajudar e de as pintar.
O Cunquiti não ligou nenhuma e entreteve-se a apagar a luz, bela ajuda LOL!
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María
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16.12.09
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terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Já se sente o espírito
Sábado montámos a nossa árvore e colocámos as nossas decorações aqui e ali.
O Cunca surpreendeu-me e não lhe toca. Estranho....o Peste no Natal em que tinha 15 meses partiu-me imensas bolas. Esta árvore está inquebrável, mas pensei que ele fosse tirar os enfeites. Bom, é melhor nem falar muito, não vá o diabo tecê-las eh eh !
O Peste anda mal comportado como sempre, agora os amuos têm sempre direito a cruzar os braços e enfiar a cara lá, encostado à primeira coisa que aparece. No café ou supermercado está pedinchão como nunca foi e ainda por cima é sempre com um: " Ó Mãe, mas eu tenho muita fome.." com uma voz que mete dó, não lhe tivesse eu dado o pequeno-almoço minutos antes. Será mais um chamar de atenção? No supermercado é o que lhe salta à vista para pedinchar.
Arma-se em engraçado para toda a gente e já lhe noto as vergonhas quando está num sítio e há meninas. Fica constrangido. Tem 3 namoradas, a M. da escola velha, a M. da nova de quem ele gosta e a I. impingida porque se não ela não é mais amiga dele. "Tenho de ser namorado dela." LOL.
O Cunca tem 3 dentes novos, é dose. Quer falar cada vez mais, mas as duas línguas complicam a tarefa. O facto do irmão não lhe dar espaço, nem a ele nem a ninguém para falar, também deve dificultar a tarefa. Os olhos estão cada vez maiores e têm um formato diferente dos do irmão. E são de um azul.....Eu não os acho muito parecidos, mas toda a gente diz que eles são iguais. Se for buscar fotos do Peste com 16 meses então não têm nada a ver.
Anda sempre de dedo espetado a querer saber o nome de tudo o que o rodeia e já percebe tudo. Descalça sapatos e meias. Tenta pôr o gorro na cabeça. Diz-me se não tem cócó, falta o anunciar que o tem eh eh !
Agora faz que não com a cabeça e com o dedo ao mesmo tempo, deve ser para percebermos bem :)
O Facebook rouba-me o tempo todo dos blogs....:p
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María
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1.12.09
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sábado, 27 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
A Família Pestileca

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22.12.08
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sábado, 20 de dezembro de 2008
As delícias do Natal
Ontem foi a Festa de Natal da escolinha. Correu bem! O Peste foi o ajudante do Pai Natal, mas esteve só em presença no palco. No final passaram filmagens que fizeram nas várias salas, com os meninos a cantar, a dizer o que era o Natal para eles. O Peste não apareceu em nenhuma, esteve em casa nesses dias.
O Picoé não gostou muito do escuro e das pessoas à volta, mas sacando da mamoca rapidamente adormeceu! Viva a mamoca!
Hoje de manhã ao pequeno-almoço:
Eu - Achas que o Pai Natal te vai trazer muitas prendas?
Peste - Sim, porque na carta que escrevi para ele diz que eu me portei muito bem.
Eu - Mas o Pai Natal vê tudo e sabe muito bem se te portaste bem, se fizeste birras, se dormiste...
Peste - Mas ele não consegue ver com os estores fechados, está escuro, ele não sabe se eu estou a demorar a adormecer.
Eu - Consegue, consegue!
Peste - Como?
Eu - Ele tem uma parede cheia de televisões mágicas.... (foi o que me ocorreu)
Peste - Como as nossas?
Eu - Não, são mágicas.
Peste - E funcionam como?
Eu - Ah...mas isso só o Pai Natal é que sabe!
Peste - Mas o Pai Natal é só os Pais mascarados!
Toma!
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María
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20.12.08
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Natal
Até há 5 anos eu era daquelas pessoas que vibra com o Natal. O meu rosto iluminava-se com as decorações de Natal, cantarolava músicas de Natal quando as ouvia, decorava a minha casa com gosto e adorava ir comprar presentes!
Cada vez que penso no Natal, consigo sentir o cheirinho que emana da cozinha, visualizo os meus pais de avental e atarefados na cozinha. Oiço os cânticos de Natal que ecoam pela casa. Consigo ouvir as mesmas histórias contadas pelos meus pais todos os anos, os nossos disparates em pequenos, enfim, sorrio e o meu coração transborda de alegria. Após o jantar vamos para a sala e por ali ficamos a ver algo na TV e depois abrimos as prendas. Nunca houve grande tradição em esperar pela meia-noite. A azáfama é grande e a felicidade também. Não só pelos presentes, mas pela união familiar, pelo Amor que se sente no ar.
No dia 25 a seguir ao almoço refastelamo-nos no sofá da sala, aninhados uns nos outros e comemos doces. Somos uma família choco-dependentes. É um dia de moleza, mas que todos adoramos assim.
Há 5 anos o meu Natal transformou-se. Comecei a ter de ir almoçar no dia 25 a casa dos Pais do Maridão. Ressalvo já dizer que nunca fui directamente convidada para lá ir, mas por ele lá vou almoçar dia 25. Fui o 1º Natal pensando, bom vai ser diferente, não há-de ser nada demais, a seguir ao almoço vou para casa e passo o resto do dia com a minha família. E assim foi. O problema é que o Natal para mim dissipou a partir daí. Não vibro, não sinto, não canto, não sorrio. Não me dá grande prazer ir comprar os presentes, compro porque gosto de oferecer, mas já nada me trás aquela magia do Natal de volta. Nem os meus filhos.
Eu tento, pelo Peste faço grande alarido, decoramos a árvore (este ano nem me dei a grande trabalho e foi ele que praticamente a decorou sózinho) ponho umas decorações, embrulhamos os presentes dos amigos juntos, é ele que escolhe os laços e as etiquetas a colar. Mas é com esforço. Será que perdi o espírito de Natal só pelo facto de ter de ir dia 25 almoçar com os Pais dele? Ou ando completamente deprimida há 5 anos e nem esta época festiva me arrebita?
Fico com um nó no estômago só de pensar que lá vou e a minha família aqui fica, este ano os meus Pais sózinhos. Por outro lado não sou egoísta ao ponto de não ir mesmo, sei que ele tem direito de passar o Natal com os Pais e os meus meninos com os avós, mas onde me encaixo aqui? Em lado nenhum, sei perfeitamente que sou dispensável e se não fosse para eles era igual e é isto que me corroí o sistema nervoso, porque Natal para mim é sinónimo de família e embora vá com o Marido e filhos, não me sinto à vontade. Não me tratam mal, nada disso, mas como ando virada do avesso, este ano se ouvir bocas, bocas receberão de volta! Já fervo por dentro e só falta mesmo explodir e quando acontecer, não falo por mim!
Maridão, isto é um desabafo, ando a remoer nisto há que tempos e enquanto não sai, não melhora. Aproxima-se o Natal e eu não faço outra coisa se não pensar nisto e em ter de lá estar, pode ser que ao escrever me lave a alma! Pode ser que receba aqui algum conselho milagreiro que me faça ver as coisas noutra perspectiva porque eu estou tão centrada na minha raiva que não vejo outro prisma...mas tu sabes como me sinto, sabes como a diferença entre a relação que tens com a minha família e a não-relação que tenho com a tua é notória.
Não me vou alongar mais (muito haveria para dizer) até porque já me sinto um pouco melhor. Tinha isto aqui entalado e agora que saíu parece que aliviou!
Vou lá sim, seria injusto de outra forma, mas vou como sempre, contrariada.
Pai Natal - quero o meu espírito natalício de volta, pode ser? Já nem peço que o Peste não faça birras, só quero mesmo voltar a vibrar com o Natal.
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María
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15.12.08
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Marcadores: Natal, Pensamentos meus
quinta-feira, 31 de julho de 2008
O relevante do momento
O Peste de há uns dias para cá que não fala se não de duas coisas, que pelos vistos têm uma importância abismal para ele!
1) A importância de fazer 4 anos
O assunto é deveras importante na cabeça do meu menino de 3 anos. Sabe e diz que faz a anos a "29 de Setembro" (dantes enganava-se e dizia Dezembro). Sabe onde é no calendário que tem no quarto e fica chateado com os infindáveis dias que faltam até chegar ao 29 do mês que começa por "S".
Brilham os olhos azuís esverdeados quando fala da festa que quer fazer e já começou a listar os meninos que quer na festa e anunciou que não quer os filhos dos nossos amigos, diz que esses não, só os da escola :p
Esta importância deve-se com certeza ao facto de os amiguinhos com quem ele brinca na escola já terem todos 4 anos.
Falta-lhe entender que faltam muitos dias para ele fazer anos, expliquei que primeiro fica de férias conosco, depois começa a escola outra vez e depois faz a Amma anos, depois ele, depois eu e depois o Pai, ao que ele remata logo: "e depois vem o Natal!"
2) A importância do Natal
Do nada surgem as perguntas de quando é o Natal, onde vive o Pai Natal, se os duendes são filhos, irmãos ou só amigos do Pai Natal e se o Pai Natal vai às compras à Loja dos Brinquedos (Toys 'r us)!
Anda danado porque o Natal é só no fim do calendário e falta arrancar tantas folhas até lá........lol e mais danado de certeza porque isso quer dizer que faltam tantos dias para receber prendas lol (sim que a mim não me engana!).
As birras continuam, mas já são as normais dele e as ameaças de pimenta na língua, reduziram os "UHN" a 1 ou 2 por dia. Ontem deixou o Pai dar-lhe banho e foi também ao Ecoponto com o Pai enquanto eu dava de mamar ao Pestinha. Está a melhorar parece-me....
A paixão pelo mano continua, sempre a pedir para pegar ao colo, dar beijos e tirar fotografias!
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María
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31.7.08
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Imagens do nosso Natal
A Festa de Natal na Escolinha:
O Natal em nossa casa e na casa dos meus pais:
Palavras para quê?
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María
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27.12.07
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
A todas vocês
que nos lêem e acompanham, desejamos um Feliz e Santo Natal!
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21.12.07
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Marcadores: Natal
70 e 81 centímetros
é o que falta para o Peste ser da altura da Mãe e do Pai, respectivamente!
Sim, o meu Pestileca já tem 1 metro!
Já é 1 metro de gente LOL LOL
1,02 para ser mais precisa!!!!!
Tão alto que estás meu Amor, cresces a olhos vistos!
Hoje à tardinha temos a Festa de Natal na escolinha! Estou desejosa de ver as tuas pernoquetas lingrinhas de collants branquinhos! Ih ih ih ih Pediram collants brancos e camisola branca, só espero que lhe ponham mais algo em cima, porque se não ainda pensam que o míudo passa fome LOL LOL
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María
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21.12.07
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terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Dia 1 de Dezembro
Fizemos a nossa Árvore de Natal e enfeitámos a nossa casa.
O Peste ajudou em tudo e este ano não se partiu nada ih ih ih fiz uma árvore sem bolas, logo é inquebrável!


O Pai pendurou o Pai Natal que o David adora:
e a coroa na porta:
Há mais enfeites espalhados pela casa, pormenores aqui, pormenores ali que eu adoro nesta quadra!
Neste dia fizemos também outra coisa, mas ficará para outro post!
P.S - curiosas??? é mesmo esse o intuito LOL LOL LOL mas não se macem muito, não é nada demais ih ih ih ih
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María
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11.12.07
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