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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Boas entradas


Que 2009 concretize todos os vossos sonhos e vos traga muita saúde, alegria e harmonia!

sábado, 27 de dezembro de 2008

Imagens do Natal

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

A Família Pestileca



Deseja-vos um Feliz e Santo Natal!

sábado, 20 de dezembro de 2008

As delícias do Natal

Ontem foi a Festa de Natal da escolinha. Correu bem! O Peste foi o ajudante do Pai Natal, mas esteve só em presença no palco. No final passaram filmagens que fizeram nas várias salas, com os meninos a cantar, a dizer o que era o Natal para eles. O Peste não apareceu em nenhuma, esteve em casa nesses dias.
O Picoé não gostou muito do escuro e das pessoas à volta, mas sacando da mamoca rapidamente adormeceu! Viva a mamoca!

Hoje de manhã ao pequeno-almoço:

Eu - Achas que o Pai Natal te vai trazer muitas prendas?

Peste - Sim, porque na carta que escrevi para ele diz que eu me portei muito bem.

Eu - Mas o Pai Natal vê tudo e sabe muito bem se te portaste bem, se fizeste birras, se dormiste...

Peste - Mas ele não consegue ver com os estores fechados, está escuro, ele não sabe se eu estou a demorar a adormecer.

Eu - Consegue, consegue!

Peste - Como?

Eu - Ele tem uma parede cheia de televisões mágicas.... (foi o que me ocorreu)

Peste - Como as nossas?

Eu - Não, são mágicas.

Peste - E funcionam como?

Eu - Ah...mas isso só o Pai Natal é que sabe!

Peste - Mas o Pai Natal é só os Pais mascarados!

Toma!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Pequenas Grandes Conquistas

Têm de ficar registadas :



O Picoé virou-se de barriga para baixo pela 1ª vez !
(5 meses e 2 dias)

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Natal

Até há 5 anos eu era daquelas pessoas que vibra com o Natal. O meu rosto iluminava-se com as decorações de Natal, cantarolava músicas de Natal quando as ouvia, decorava a minha casa com gosto e adorava ir comprar presentes!

Cada vez que penso no Natal, consigo sentir o cheirinho que emana da cozinha, visualizo os meus pais de avental e atarefados na cozinha. Oiço os cânticos de Natal que ecoam pela casa. Consigo ouvir as mesmas histórias contadas pelos meus pais todos os anos, os nossos disparates em pequenos, enfim, sorrio e o meu coração transborda de alegria. Após o jantar vamos para a sala e por ali ficamos a ver algo na TV e depois abrimos as prendas. Nunca houve grande tradição em esperar pela meia-noite. A azáfama é grande e a felicidade também. Não só pelos presentes, mas pela união familiar, pelo Amor que se sente no ar.

No dia 25 a seguir ao almoço refastelamo-nos no sofá da sala, aninhados uns nos outros e comemos doces. Somos uma família choco-dependentes. É um dia de moleza, mas que todos adoramos assim.

Há 5 anos o meu Natal transformou-se. Comecei a ter de ir almoçar no dia 25 a casa dos Pais do Maridão. Ressalvo já dizer que nunca fui directamente convidada para lá ir, mas por ele lá vou almoçar dia 25. Fui o 1º Natal pensando, bom vai ser diferente, não há-de ser nada demais, a seguir ao almoço vou para casa e passo o resto do dia com a minha família. E assim foi. O problema é que o Natal para mim dissipou a partir daí. Não vibro, não sinto, não canto, não sorrio. Não me dá grande prazer ir comprar os presentes, compro porque gosto de oferecer, mas já nada me trás aquela magia do Natal de volta. Nem os meus filhos.

Eu tento, pelo Peste faço grande alarido, decoramos a árvore (este ano nem me dei a grande trabalho e foi ele que praticamente a decorou sózinho) ponho umas decorações, embrulhamos os presentes dos amigos juntos, é ele que escolhe os laços e as etiquetas a colar. Mas é com esforço. Será que perdi o espírito de Natal só pelo facto de ter de ir dia 25 almoçar com os Pais dele? Ou ando completamente deprimida há 5 anos e nem esta época festiva me arrebita?

Fico com um nó no estômago só de pensar que lá vou e a minha família aqui fica, este ano os meus Pais sózinhos. Por outro lado não sou egoísta ao ponto de não ir mesmo, sei que ele tem direito de passar o Natal com os Pais e os meus meninos com os avós, mas onde me encaixo aqui? Em lado nenhum, sei perfeitamente que sou dispensável e se não fosse para eles era igual e é isto que me corroí o sistema nervoso, porque Natal para mim é sinónimo de família e embora vá com o Marido e filhos, não me sinto à vontade. Não me tratam mal, nada disso, mas como ando virada do avesso, este ano se ouvir bocas, bocas receberão de volta! Já fervo por dentro e só falta mesmo explodir e quando acontecer, não falo por mim!

Maridão, isto é um desabafo, ando a remoer nisto há que tempos e enquanto não sai, não melhora. Aproxima-se o Natal e eu não faço outra coisa se não pensar nisto e em ter de lá estar, pode ser que ao escrever me lave a alma! Pode ser que receba aqui algum conselho milagreiro que me faça ver as coisas noutra perspectiva porque eu estou tão centrada na minha raiva que não vejo outro prisma...mas tu sabes como me sinto, sabes como a diferença entre a relação que tens com a minha família e a não-relação que tenho com a tua é notória.

Não me vou alongar mais (muito haveria para dizer) até porque já me sinto um pouco melhor. Tinha isto aqui entalado e agora que saíu parece que aliviou!

Vou lá sim, seria injusto de outra forma, mas vou como sempre, contrariada.

Pai Natal - quero o meu espírito natalício de volta, pode ser? Já nem peço que o Peste não faça birras, só quero mesmo voltar a vibrar com o Natal.

Notas mentais

Para ter café na meia de leite, convém colocar a cápsula dentro da máquina.

Para a torradeira tostar o pão, convém estar ligada.

Para o micro-ondas aquecer a comida, convém que o prato esteja lá dentro.

Já não são raras as vezes que isto me acontece e de nada adianta refilar com os electrodomésticos, porque eu bem o fiz, mas eles têm razão :p
Estou a ficar senil, só pode!

domingo, 14 de dezembro de 2008

5 meses




De Amor Fraterno!

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Destes dias

Há a reportar uma ida às Urgências no sábado de manhã. O Peste na 5ª à tarde começou a queixar-se muito do ouvido, na 6ª a mesma coisa. No sábado já não aguentei vê-lo assim e liguei para o Sta Maria, falei com uma Otorrinolaringologista que me disse que era melhor ele ser visto. Fomos atendidos na urgência desse serviço e saímos de lá com diagnóstico de infecção no ouvido direito. Mudou de antibiótico e receitou gostas.
Foi muito penoso durante 3 dias ter de pôr 2 gotas em cada ouvido 2 vezes ao dia. Ele berrava cada vez que entravam no ouvido. Mas já passou.

Finalmente na 3ª feira diz que já não lhe doí os ouvidos. Finalmente!

Hoje de manhã foi visto pelo otorrino que o operou. Tem o ouvido esquerdo infectado desta vez. Vai pôr novas gotas, durante 7 dias. Já pode comer tudo o que quiser mas tem de ser à temperatura ambiente. Durante a semana toda que vem não pode ainda saltar, correr, nem andar de bicicleta. Pois, pois, correr e saltar está ele farto de fazer. É impossível pedir a uma criança com bicho carpinteiro para estar sossegada! Já pode ir para a escola para a semana mediante estes cuidados.

No outro fim-de-semana já pode comer coisas quentinhas. É visto novamente dia 30 de Janeiro.


Pergunta do dia:

"Mãe, como é que a Lua e as estrelinhas se seguram no céu?"


Adenda - respondi que a Lua e as estrelas são mágicas e que flutuam no ar. Interessou-se tanto pela palavra flutuam que a repetiu várias vezes!

sábado, 6 de dezembro de 2008

O Poder do Balão

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Sensações

É certo que cada pessoa sente de maneira diferente as mais diversas situações por que passa. Duas pessoas que passem pela mesma experiência, vão ter sensações diferentes sobre a mesma.
Eu sou uma pessoa muito sensível. Sou. Sinto tudo muito à flor da pele. No que diz respeito aos meus filhos sinto tudo com uma dimensão gigantesca e a mais ténue preocupação é por mim vivida de uma forma muito intensa. Ao mais pequeno nervo, fico com lágrimas nos olhos e sem eles por perto, choro. Sou assim, sempre fui, assim serei. Não há nada a fazer.
No entanto posso parecer muito forte a quem me rodeia.

Nó na barriga

É o que sinto cada vez que penso e visualizo o David a desaparecer com a enfermeira para a sala de operações. Doí-me a barriga pensar nele a soprar no balão e adormecer ao pé de estranhos, sem mim naquele momento tão, mas tão difícil e no qual ele se portou com uma coragem invejável. Lágrimas surgem quando penso nas enfermeiras a picá-lo para pôr o soro, no cirurgião a "mexer" no corpo onde ninguém deveria ter de "mexer" de tão perfeito que é para mim.

Aperto no coração

É o que sinto quando oiço cá dentro ele a chamar por mim, adormecido e desorientado, mas era Mãe que ele dizia. Impotente me senti por não ter lá estado antes quando ele ainda dormia. Aqui falharam as enfermeiras, ou então foi ele que acordou antes do previsto. Não sei.


De culpa

Foi o que senti na 3ª feira ao jantar, quando por mero hábito nos sentámos todos à mesa para jantar. Ele com um prato de papa fria e nós com massa e molho de tomate que ele adora. Culpa que me corroí de cada vez que ecoa esta pergunta no meu pensamento: "Mãe, quando essa comida estiver fria, eu posso comer, não é?". Como fui tão insensível? Logo eu, que tenho tanto cuidado com os sentimentos dos outros e acima de tudo dos meus filhos? Como não pensei nisto? A partir daí não comemos mais juntos. Tem comido ele e quando já está na fruta, gelatina ou gelado, comemos nós. É horrível recusar comida a um filho, a seja quem for, mas a um filho custa muito. Mas ele compreende. Mas está farto, muito farto de não poder comer "comida".
Hoje comemos juntos. Ele já pode comer "comida". Almoçou frango desfiado com esparguete e jantou peixe desfiado com arroz. Ambos servidos para o frio e ambos muito cozidos. Ele conta os dias para poder comer comida quentinha...Está farto o meu menino...

Impotência

É o que sinto por não lhe poder tirar as dores. Hoje queixa-se do ouvido. Muito. A cera escorre e gastam-se por aqui dezenas de cotonetes por dia. Diz que a garganta já não doí, ao menos isso.
É o que sinto também por não conseguir que estes pensamentos se alheiem a mim. Gostava de os arrumar a um canto. Há pessoas que conseguem fazer isso. Eu não, pelo menos no que toca a quem me é querido. Não consigo pura e simplesmente esquecer o dia de 3ª feira e estes que lhe seguem, está a ser penoso para ele...


Tristeza

É o que sinto quando olho para ele e o vejo farto de estar em casa. Nós bem que brincamos com ele, até porque ele não brinca sózinho, nunca brincou, tem de ter alguém com ele. Sempre. Mas chega a um momento em que temos de fazer coisas de adultos em casa, temos de tratar do irmão, jantar e afins e a mágoa reflecte-se no seu olhar...hoje disse-me que tem saudades dos amigos, da escola e eu não o censuro. Mas ainda tem mais uma semana pela frente em casa, ele, eu, o irmão e o Pai tem meia semana. Acho que vamos dar todos em loucos.

Orgulho

É o que sinto por ele. Enche-me o coração e rebenta-me as medidas. Por tudo o que passou, por tudo o que está a passar está a demonstrar uma força de carácter e uma compreensão fenomenal para um menino de 4 anos apenas. Parece um Homem.
Podia era compreender também a parte de que não pode saltar e correr....mas para quem tem bicho carpinteiro é complicado...

Arrependimento ou não...

É o que sinto quando ele fala em tom rebelde e em alta voz anuindo o "eu quero, posso e mando" graças às benesses que aqui a excelência sua Mãe lhe tem dado estes dias. Mimo, muito mimo. Ele merece e terá todo o mimo...arrepender-me-ei?

Amo-te tanto Peste!
Obrigada por nos surpreenderes pela positiva!

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O Peste foi operado hoje

Às 8h chegámos ao Hospital. O Peste estava bem disposto e preparado para o que se seguia. Sabia tudo o que ia acontecer e que ia pôr tubinhos nos ouvidos. Retiraram também os adenoides, mas essa parte não lhe expliquei, acho que era demasiado abstracto e complicado de explicar.

Às 8h20 chamam-nos para ir para o quarto. A ele e outra menina de 8 anos que ia ser operada ao mesmo. A Rita (Educadora de Infância) sentou-os na cama lado a lado e explicou-lhes o que se iria passar. Um espectáculo ela, querida, simpática, alegre! O Peste estava bem e explicou-lhe que estava ali para pôr tubinhos nos ouvidos. Eu estava a controlar-me....mas as lágrimas estavam a ameaçar....isto é duro para o coração de uma Mãe.

Após esta conversa/preparação vestiram os pijamas do Hospital e fomos para uma salinha cheia de jogos, livros e com TV perto do bloco à espera da chamada. Por esta altura os meus nervos ganharam e já não me sentia capaz de esconder, estava a rebentar e chamei o Pai e fui para a sala de espera deixar caír as lágrimas....tinha de as soltar. Poucos minutos depois o Pai chama. Estava na hora. A Rita diz ao Peste para ir com a enfermeira soprar no balão da máscara e que quando acordar a Mãe ou o Pai estão ao pé dele. Isto foi tudo tão rápido que eu nem me apercebi que ele estava a ir com ela e eu já não o ia ver mais até ao final da operação. E quando me apercebi, desatei num pranto à frente de tudo e de todos. É que eu disse ao Peste que ia estar com ele até adormecer....senti-me tão mal, tão mal, só me apetecia vomitar....mas o Maridão e a Rita lá me acalmaram, mas ninguém me tira o sentimento de culpa...

Foi angustiante aquela meia hora, 40 minutos....dei maminha ao Tomás para garantir que ele estivesse bem para quando o David acordasse eu estar ao pé dele.

Às 9h20 oiço lá dentro alguém dizer "David" e fui a correr. O Dr. disse-me que tinha corrido muito bem e que ele tinha uns adenoides enormes. A enfermeira vestia-me a bata e disse que ele estava acordo a chamar por mim e eu fui a correr nem sei para onde, só queria ir ter com ele...lá me indicaram a porta, nem deixei que me acabassem de vestir a bata....só ouvia: " a Mãe...a Mãe" queria lá eu saber da bata...

Não é fácil descrever o cenário, vi o meu filho como nunca o vi...deitado numa cama, a gemer, contorcia o corpo todo, completamente desorientado...abracei-o, beijei-o mas ele não parava de se mexer na cama, os olhos fechados, a choramingar...sentei-me na cadeira com ele ao colo. Assim, abraçada a ele, a falar-lhe e ele a sentir o meu batimento cardíaco era mais fácil de acalmá-lo. Mas ele mexia, contorcia-se tanto que foi preciso muita força e ginástica para o ter bem seguro ao meu colo. E lá chorava, gemia, acalmava e depois começava tudo de novo.
Normalíssimo, diziam as enfermeiras.

Quando finalmente consegui que ele me respondesse e vi que ele percebia o que eu dizia, fiquei aliviada. Vi que ele estava bem e já reagia. Parece-me que ele acalmou quando percebeu que estava ao meu colo e que eu estava ali. Repeti vezes sem conta que a Mãe estava ali, o Pai, o mano e a Amma estavam lá fora. Que ele estava no Hospital, que tinha sido operado.

Depois lá falou e a 1ª coisa que disse foi: "quero ir para casa..".
Sossegou e adormeceu no meu colo, um sono bem profundo e assim ficou mais de meia hora.

Perdi um pouco a noção das horas mas deviam ser 11h e pouco quando fomos para o quarto (o inicial). Passei-o para a cama e ele acordou e ficou muito assustado. Não pude largar a mão dele até chegarmos ao quarto tal era o medo dele que eu fosse embora.


(Dai com o ursinho que assistiu à operação)

Ficámos no quarto até perto das 13h altura em que teve alta e viemos para casa. Houve grande choradeira quando lhe retiraram o tubo da veia canalizada porque lhe doeu. Queixou-se muito de dores de garganta, aliás ainda se queixa, custa-lhe a engolir. Lemos os livros todos e jogámos os jogos todos que havia no quarto.

Agora são 3 dias de dieta líquida e frios. Após estes pode começar a comer massinhas bem cozidas, frango desfiado, mas tudo à temperatura ambiente até ser visto dia 11. Ao 3º dia pode lavar o cabelo, com algodão embebido em vaselina nos ouvidos. Estes 3 dias não pode saltar, correr, enfim estar quieto e sossegado (quero ver como vai ser, ai quero, se hoje já se pôs a correr e a saltar!).

Hoje bebeu 1 iogurte líquido, comeu 1 gelado, 1 iogurte, deu 4 goles de um sumo e comeu meio prato de papa. Não está mal! Está tão bem educado que diz que não pode comer muitos gelados senão faz dores de barriga e cáries LOL!

Portou-se que nem um Homem o meu Peste!
Eu, eu não quero passar por isto NUNCA mais!


Adenda: acordou (23h) a chorar...tossiu e saíu um pouco de sangue (ele não viu). Chorou, chorou com a boca cheia de saliva. Ele teima em não engolir, foi assim o dia todo, cospe a saliva na sanita, mas agora ensonado nem cuspir queria....chorou e mais tossiu....aproveitámos para dar os xaropes e foi um drama! Mas lá conseguimos e lá adormeceu novamente com a boca cheia de saliva...espera-nos uma longa noite...

sábado, 29 de novembro de 2008

50 meses !

É muito mês e por serem 50 têm direito a registo!



Parabéns meu Amor Pestileca!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Apanhado

As compras de Natal estão quase todas feitas!

Adorava ter um cabelo normal, tipo daqueles das actrizes, que acordam e ele está "pronto"! O meu cabelo é horrível e à conta deste tempo frio está cheio de electricidade estática! Ando com ele apanhado por causa do Picoé que agarra tudo o que vê. Mas e os cabelos que não ficam apanhados? A parte da franja, que ponho para o lado, quando acordo está assim com um volume exorbitante e cheio de ondulação esquisita! Não sei porque acontece........Ando mesmo com um pó ao cabelo!

O Peste está bem, desde aquele fatídico sábado em que lhe tirei o prato ao pequeno-almoço que come em 10, 15 minutos! Aleluia!
Continua com as perguntas dele, as últimas foram: "Como nascem os cabelos?" e "Porque é que os olhos não têm ossos?". O Tico e o Teco dele não páram!

O Picoé está um cusco de primeira! Descobri que agora só mama se eu tiver a TV desligada. Andei 1 dia e meio em stress porque ele não queria mamar, mas afinal o problema estava na TV, ou por cusquice ou ciumeira de querer a Mãe só a olhar para ele! Ih ih
Já gosta de andar no sling, vai a cuscar tudo e adora a sua Bumbo!

Só tenho é grávidas à minha volta, que neura..........só de pensar que o mais provável é não voltar a ter barriguinha :( o Maridão não está para aí virado, mesmo que o Peste vá pedinchando a mana, que ele diz que falta a mana!

O Peste já escreveu a carta ao Pai Natal, colou as imagens e "obrigou-me" a escrever que ele se porta bem. Nem imaginam o que ele me pedinchou isto, tinha de lá escrever que ele se porta bem, o mentiroso! Ih ih Temos de ir aos Correios para a enviar.

Tenho de fazer a árvore este fim-de-semana, o Peste já diz que a nossa casa é o único sítio que não tem luzinhas, nem árvore, nem enfeites! Somos uns desgraçados ih ih ih!

E que mais.......a vontade de blogar está intermitente, ora tenho, ora não tenho!

domingo, 23 de novembro de 2008

Picocunca

Como começo sempre com as tosses para chamar a atenção do resto da malta quando estão a comer e eu no chão na espreguiçadeira, foram buscar a cadeira do mano para eu ficar ao mesmo nível que eles. Já não resmungo e fico todo contente! A Mãe tem de aprender que nem tudo é grande para mim, eu é que sou grandeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!!!!!



Hummm.......quem será o giraço que ali está?



A minha nova aquisição, a Bumbo!

Estás mesmo giro, pá!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A nova fase...

Já passámos pela fase do "Qué ito? Qué aquilo?"....

Já passámos pela fase do "Porque é que? Para que...?"...

Já passámos pela fase do "Será que...?"...

Estamos na fase do "Como é que é possível..?"...

E não pára....................



Ontem, estávamos a brincar na sala e a TV estava ligada e estavam a passar anúncios, sai-se ele com esta:

"Olha Mãe, aquela é a semente do pai que vai para o ovo e faz o bébé, não é?"

Olhei de soslaio ainda incrédula com o que tinha acabado de ouvir e vejo os ditos cujos a nadarem por ali em direcção ao óvulo e disse que sim....

"Pai, olha aquilo é o nascimento, é sobre o nascimento do bébé!"

Quando penso que ele não me vai surpreender mais, eis que tem uma saída destas!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Pediatra - 4 meses

Hoje fomos à consulta dos 4 meses do Picoé.

Comprimento - 68 cm (percentil 95)
Peso - 7.930 kg (percentil 90-95)
P. Cefálico - 43 cm (percentil 50-75)

Cresce a olhos vistos este rapaz, tanto em altura como em peso. O Peste com 4 meses media 67,3 cm e pesava 6.450 kg !
Vamos manter a amamentação em exclusivo até aos 6 meses! Para o ano pensaremos na introdução da alimentação complementar. Estou tão, mas tão feliz e muito orgulhosa de nós dois!

A preocupação agora é com o formato da cabeça dele. É achatada atrás. Eu bem dizia que a cabeça dele era diferente, mas o Pai dizia que a cabeça dele também é assim bla bla bla. Mais uma vez, instinto de Mãe não falha. A Pediatra acha que é posicional, de ele passar muito tempo deitado e diz para vigiar e na consulta dos 6 meses logo se verá como está. A cabeça dele cresce bem e está dentro dos parâmetros mas os ossos do crânio podem estar a ir para dentro...

Portanto, a solução é evitar a posição deitada, a não ser de barriga para baixo que ele não gosta. Mas vou insistir. Ela diz que é preferível ele estar na espreguiçadeira. Perguntei se a Bumbo seria uma boa alternativa e ela disse que sim, portanto vou comprar uma. Prefiro à espreguiçadeira e assim ele não tem encosto na cabeça. De acordo com a Pediatra vamos ver se desta forma os ossos se expandem. Disse também para a partir dos 5 meses, 5 meses e meio, colocar almofadas à volta dele para servir de apoio à posição sentada.

Eu não me importaria de estar com ele sempre ao colo, ele é que ao fim de algum tempo refila e mal o deito fica todo contente! Espero que não seja nada e que a posição sentada resolva...mas tenho o coração pequenininho....

De resto está em excelente forma!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

4 meses

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Ora respondam lá:

"Mãe, como é que se mudam os dias? Como é que fica outro dia? Como é que fica amanhã?"


"Como é que é possível haver tantos barcos?" (naquele dia contámos 8 em frente à praia)


"Como é que é possível saír cócós grandes e pequenos?" (:p)

Agora anda com a mania do "como é que é possível" e anda mesmo com a mania das perguntas!



Ao fim de 3 dias sem computador ele regressou à dona! Vou tentar hoje e amanhã colocar as minhas visitas em dia porque até já tenho vergonha de aparecer nas vossas casinhas....

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Perguntas atrás de perguntas!

"Como é que a comida vai para o cócó e para o chichi?"

"Então a comida vem para a boca, depois para o meu estômago e depois para o cócó?"

"A comida sai da boca, para o estômago e depois para os intestinos. O chichi vai para a bexiga. Depois sai o chichi e o cócó. Mas onde é o intestino? E a bexiga? É aqui ao pé do meu estômago?"

"Para onde vai a água que sai da banheira?" (leia-se vai pelo ralo) "E o que é o esgoto?" "E como são os canos?"

"Como é que a água vem para a torneira?"

"Para onde vai o lixo que o camião do ecoponto leva depois de esvaziar o ecoponto?" "E quando a lixeira tá cheia, para onde vai o lixo?"



Bolas, que o miúdo quer saber tudo!